Storytelling: Forrest Gump e as 4 lições que nenhum método ou jornada do herói podem te ensinar



Nenhum conteúdo técnico ou melhores artigos sobre Storytelling, me ensinaram tanto sobre a arte de contar histórias que Forrest Gump.


Se você não conhece este personagem, ele foi inspirado em uma personalidade real, um militar muito condecorado da história dos Estados Unidos.


Alguns fatos importantes são, ele era um cidadão comum do Alabama, nunca conheceu o pai, portador de uma síndrome e vítima de pré-conceitos por sua dificuldade em aprender com QI abaixo de 75 e uma série de outros rótulos.


Dado os roteiros mais aplaudidos de Hollywood, sem ver o filme, seria totalmente aceitável admitir que se trata de um drama que nos fizesse chorar do início ao fim.


Mas a verdade é que através da comédia por quase 3 horas, em um banco de uma praça Forrest Gump prende atenção dos seus espectadores, que quase se levantam da cadeira para ouvir logo o final de suas histórias.



Ansiedade e adrenalina são as duas sensações poderosas, que todos nós queremos despertar aos nossos leitores e espectadores ao nos comunicarmos e Forrest Gump provoca em nós como uma brincadeira.


Foram 13 indicações ao Oscar e 6 premiações em 1994.


Sem mentir, sem inventar, sem aumentar ou diminuir nada. Ele simplesmente abria a boca e contava sua história com um jeito único de se conectar às pessoas.


Se você quer saber o que ele fazia de diferente, cotinue lendo este artigo que eu vou te explicar.


A VIDA É COMO UMA CAIXA DE BOMBONS



“A vida é como uma caixa de chocolates, você nunca sabe o que vai encontrar.”

O ensinamento herdado da mãe acompanha Forrest Gump por todo filme. Ele é jogado de uma situação para outra imediatamente e isso não é suficiente para abalar seu emocional.


Da faculdade a Guerra do Vietnã, virar milionário vendendo camarões, largar tudo e sair pelo país correndo, são alguns exemplos.


Não importa se as mudanças são boas ou ruins, fato é, a gente nunca sabe o que vem depois, existe muita expectativa envolvida.


Antes mesmo de ler sobre qualquer teoria de Storytelling e Marketing, ele sempre foi sincero e autêntico.


E é justamente aí que mora a primeira sacada genial: "Não da para fingir sinceridade e autenticidade".


Ao contrário de buscar fórmulas, modelos e cases de sucesso, você precisa começar a contar sua história do seu jeito.


A INSPIRAÇÃO PODE VIR DE QUALQUER LUGAR



Eu escuto milhares de pessoas falando sobre não ter dom de escrever ou não saber por onde começar produzir conteúdo criativo.


Mas preste atenção, começar a escrever não faz de você um escritor. No final das contas as histórias são instantes de nossas vidas e você não precisa pensar demais é só narrar exatamente como aconteceu.


Fique atento ao seu redor, note tudo que está acontecendo.


Forrest Gump sem ter a intenção puramente dita, inspira os famosos passos de rock de Elvis Presley e canções de John Lennon. A única diferença entre nós e estes grandes astros da música mundial, é que talvez tivessem mais que apenas talento, eles eram grandes observadores.


NÃO TENHA MEDO DE EXPOR SUAS VULNERABILIDADES



Enquanto Forrest Gump se recupera de um tiro na bunda que conseguiu na Guerra do Vietnã, ele aproveita para tomar o máximo de sorvetes que conseguir e jogar ping pong.


O que todo mundo quer na verdade, é a vida real. Sem palavras bonitas, firulas e mais bobagens.


O público quer mesmo é acompanhar os bastidores e saber o que é que acontece, quando ninguém está olhando.


NÃO TENHA MEDO DE SER HONESTO



A lição mais preciosa até, não escreva para que gostem de você.


Forrest sempre impressiona todos a seu redor, porque ele fala o que pensa sem filtros e da maneira mais honesta possível (sem magoar, não confunda falta de educação com honestidade). Não há hipocrisia e não existem meias palavras.


Ainda sim para todos no filme ele é tido como o "bobo", curioso não?


A forma como ele lida com as pessoas ao seu redor é a mais franca possível, nada de agradar e usar mentiras reconfortantes. A verdade é sempre só uma.


Escrever não se trata de uma sentença de julgamento, não existe certo ou errado, é sobre a sua história e acredite, só você é capaz de contar. Não espere aprovações ou tapinha nas costas, assuma o risco.


O maior legado que Forrest Gump pode deixar aos seus espectadores é que para começar a escrever com mais criatividade, você vai ter que deixar de lado a fala e usar os outros 5 (ou 6) sentidos.


Escute, ouça, toque, sinta o gosto e use sua intuição.


Não é apenas sobre sua vontade incontrolável de compartilhar algo com o mundo e você não precisa ser um Shakespeare da vida.


Para ser um contador de histórias, é essencial ser um bom observador.


É mais ou menos assim que Forrest Gump me ensinou.


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Sobre a autora


Oi, eu sou a Mari, não gosto dessa coisa de falar sobre mim na terceira pessoa e prefiro contar sobre minhas experiências e sonhos a falar sobre meu currículo profissional.


Minha maior ambição é inspirar a produção e consumo de conteúdo criativo no mundo de forma simples e prática, para que as pessoas possam levar a vida com mais humor e tirar velhos planos da gaveta.

Fora do meu horário de trabalho, estou sempre escrevendo algumas coisas aqui. Em 2020 comecei oficialmente a ajudar algumas pessoas a fazerem o mesmo, o objetivo: viver plenamente, escrita é também é terapia!


Tem dúvidas? Quer acompanhar todas as novidades? Ficar por dentro de todas as ideias? Fala comigo, é só me seguir no LinkedIn, Mariana Rosa.

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