Quando algo te atrai pela imagem, mas repele pelo conteúdo, qual a sua sensação?



Passei 2 semanas pesquisando por empresas que prestam serviços de consultoria para Branding, especificamente construção de marcas pessoais fortes; e num levantamento de 10 empresas, 9 não atendiam aos meus critérios.


Fiz isto depois do meu horário de trabalho, já com o nível de energia evidentemente bem baixo e, embora não tenha sido falta de boa vontade, encontrei quase nenhuma empresa que pudesse me ajudar, a única que botei fé, não tem modelo de negócios para atender minha demanda.


A vida se tornou agitada, complexa e corrida; infelizmente as marcas não conseguiram acompanhar o ritmo resolutivo de problemas que foram se acumulando na vida dos seus clientes.


Foram poucas, ou quase nenhuma diferenças perceptíveis entre as disponíveis no mercado: quanta ironia, justo empresas cujo core business é Branding; muito pelo contrário, meu sentimento foi que meu processo de tomada de decisão acabara de se tornar ainda mais difícil.


O mais bizarro de tudo, é que estas empresas tinham uma comunicação super legal, bem millennial, feed bárbaros, bonitos e bem organizados, com logos incríveis.


Tá aí, foi nesse momento que casou com a fala da Ana Paula Passarelli, "Branding não é uma logo bonitinha, Gestão de Mídias Sociais não é um feed organizado.", isso tudo compõe TAMBÉM, essa definição, mas não a limita.


E a partir da minha frustração nesse processo, encontrei algumas direções para construir minha marca por minhas próprias pernas, enquanto não encontrar o parceiro ideal.


E a partir da minha frustração nesse processo, defini outras direções para encontrar boas referências que me ajudassem; pode acreditar, elas foram muito além apenas de uma identidade visual bacana (felizmente encontrei 2 referências de conteúdos bem legais, Ana Passa e YOUPIX são exemplos).


O Marketing serve para que mesmo?


Primeiro as primeiras coisas primeiras, Marketing é a capacidade de suprir necessidades gerando lucros: identificar e satisfazer necessidades, transformando-as em desejo e por fim, materializar essa estratégia em demandas.


Necessidade, necessidade, necessidade! Permita que identificar as formas de satisfazer as necessidades do seu cliente, se torne sua obsessão, elas já estão todas por aí, prontas para que você descubra novas maneiras de satisfazê-las.


Torne esse, o coração da sua estratégia de Branding.


As pessoas estão cansadas, nossa sociedade está exausta, nós imploramos por marcas que sejam capazes não só de oferecer o melhor produto/solução, mas também, aquelas que nos possam ajudar a facilitar o processo de tomada de decisão.


É a súplica do preguiçoso 2.0, aquele que SABE O QUE QUER e está disposto a pagar a quem puder ajudar.


Qualquer coisa diferente, é commodity, aqui a guerra é por preço.


Antes do feed organizado, trabalhe para criar estruturas mentais e ajudar sua persona a organizar a informação sobre o seu produto, de forma que a decisão seja mais fácil e simples, dessa forma, você não corre o risco de atrair os consumidores pela beleza e, enxotar eles pelo conteúdo.


É muito mais que só uma paleta de cores.



Para Mentes Inquietas, que desejam encontrar sua melhor versão, sigo compartilhando sempre algum caso diferente, vem de Newsletter bb.


Sobre a autora


Oi, eu sou a Mari, não gosto dessa coisa de falar sobre mim na terceira pessoa e prefiro contar sobre minhas experiências e sonhos a falar sobre meu currículo profissional.


Minha maior ambição é inspirar a produção e consumo de conteúdo criativo no mundo de forma simples e prática, para que as pessoas possam levar a vida com mais humor e tirar velhos planos da gaveta.


Fora do meu horário de trabalho, estou sempre escrevendo algumas coisas aqui. Em 2020 comecei oficialmente a ajudar algumas pessoas a fazerem o mesmo, o objetivo: viver plenamente, escrita é também é terapia!


Tem dúvidas? Quer acompanhar todas as novidades? Ficar por dentro de todas as ideias? Fala comigo, é só me seguir no LinkedIn, Mariana Rosa.

8 visualizações0 comentário