Descubra o que Neurociência tem a ver com seu negócio.

Atualizado: Mai 17

Porque falar de Neurociência? Esta pergunta traz a tona um dos maiores fascínios do ser humano, o entendimento do próprio comportamento e como/porque somos motivados a fazer o que fazemos, bem como o que não fazemos.



Vou fazer uma pergunta e sem pensar por mais de 1 segundo, responda a você mesmo e depois interaja aqui nos comentários com sua resposta, "As ações que você toma ao longo do dia a dia, são em maioria, racionais ou emocionais?".


98% das pessoas tende a responder que tomam ações de forma racional e lógica, isso porque ninguém quer admitir que é influenciado seja pelo que for.


Mas e se eu te disser que, tomar atitudes de forma emocional na maior parte da nossa vida foi e é o que garante nossa sobrevivência e adaptação ao ambiente e situações?

"Somos seres emocionais que desenvolveram a capacidade de pensar e não o contrário". Antonio Damásio

Afirmo a vocês que tomo atitudes emocionais ao longo do dia, entre 90 - 95% do tempo, e te garanto que você também entra nesta estatística. E não tem nada de errado com isso.


Sabe o que é errado mesmo? Quando precisamos acionar o lado "pensante" do nosso cérebro e acionamos a emoção. E quando isso acontece, pode ter certeza, tem gente tirando muito proveito do seu comportamento




Parece maquiávelico e roteiro de Lana Wachowski e Lilly Wachowski, mas tudo tem dois lados, quero debater aqui com vocês como ser ético e tirar proveito sadio destas situações...


Antes de entrar na discussão, quero contextualizar brevemente, o momento histórico e as referências que me ajudaram a construir este artigo e ajudaram a construir minha interpretação sobre o assunto...


Era uma vez, 3 revoluções que transformaram o mundo, vamos tratar aqui da Industrial e Informação (atual).


Brevemente falando, a transição da Revolução Industrial para a Informação, marca para sempre uma geração através da comunicação. Os filhos desta, buscam romper cada vez mais com padrões como, massificação, sincronicidade, inflexibilidade e a padronização.


É neste momento, que o Homem Máquina de Charles Chaplin começa entrar em extinção, dando espaço a profissionais e empresas que valorizem a experiência diversificada e customização. O centro de tudo, passa a ser o comportamento humano: negócios, clientes, colaboradores, consumidores, uma variável só:




E é daí que essa história de neurociência começa a fazer mais sentido, empresas se viram obrigadas a estudar e buscar conhecer mais o comportamento humano a fundo, mergulhar dentro da emoção da psique e provocar EXPERIÊNCIAS.. não apenas fazer vendas!


O vídeo abaixo é um exemplo (com humor), do comportamento desta nova onda:


Aposto que vendo o vídeo, você se identificou em algum momento, como quando pagamos 10 vezes mais, por uma cerveja artesanal, por uma tábua de frios com queijos italianos cuja receita passa de geração a geração há 200 anos e por aí vai...


Fato é, a moeda de troca passou a ser experiência. E diante de tantas transformações que já falamos aqui (Revolução da Agricultura, Industrial, Informação), a pergunta é: "Até quando a Experiência vai ser a principal moeda de troca? Quais as próximas tendências?".


A neurociência não pode prever o futuro, mas com estudos controlados e primeiras observações práticas, já é possível arriscar uma nova ideia.


Grandes empresas já são pioneiras nesta prática, sem que sequer notemos nada, mas antes de falar das gigantes, quero trazer exemplos ainda mais simples, mas cheios de boas energias:


Esta bela imagem acima, é sobre uma pizzaria na Argentina, que trabalha somente com "Chefs Especiais". O trocadilho é bem interessante, faz uma referência ao mercado gourmetizado atual, quando na verdade se trata de portadores de necessidades especiais. Eu não sei qual sabor eles tem de pizza lá, mas só de ver, já penso em comprar algumas!


Com 100% de certeza, posso afirmar a você que estou usando aqueles 90% emocionais meu comportamento, mencionados no início do texto. Ignorando completamente o percentual restante, muito tranquila da minha decisão, isto porque cada vez mais, quero adquirir bens e serviços, que além de me proporcionar experiências incríveis, possam ajudar a tornar o mundo um lugar melhor.


Uma das maiores empresas do Brasil, já identificou a tendência, e criou uma área exclusiva para pessoas que buscam adquirir, somente, produtos que causam um impacto positivo, seja na cadeia de produção, em um propósito único ou que preserve o meio ambiente.


Se você também é uma Mentes Inquieta, vem comigo para conteúdo reflexivo em primeira mão, você pode se inscrever na minha Newsletter ou entrar no Grupo do LinkedIn, tem sempre conteúdo para te ajudar encontrar sua melhor versão por lá.


Sobre a autora


Oi, eu sou a Mari, não gosto dessa coisa de falar sobre mim na terceira pessoa e prefiro contar sobre minhas experiências e sonhos a falar sobre meu currículo profissional.


Minha maior ambição é inspirar a produção e consumo de conteúdo criativo no mundo de forma simples e prática, para que as pessoas possam levar a vida com mais humor e tirar velhos planos da gaveta.


Fora do meu horário de trabalho, estou sempre escrevendo algumas coisas aqui. Em 2020 comecei oficialmente a ajudar algumas pessoas a fazerem o mesmo, o objetivo: viver plenamente, escrita é também é terapia!


Tem dúvidas? Quer acompanhar todas as novidades? Ficar por dentro de todas as ideias? Fala comigo, é só me seguir no LinkedIn, Mariana Rosa.


0 visualização0 comentário