Aprendendo utilizar o LinkedIn de forma profissional

Dentre os mais de 6 milhões de usuários da plataforma, 80% em média desconhece o real objetivo da ferramenta.



Inúmeros artigos no Google, no próprio LinkedIn, dentre a opinião pública e em muitas outras fontes de informação possível, o consenso da maioria se restringe a entender a ferramenta como meio de estabelecer networking, conseguir um emprego, fazer negócios, fortalecimento de marca e muitos outros motivos que venham a cabeça do leitor neste momento.


Tudo isto é sim possível, mas como consequência de um propósito muito maior.


Antes de continuar com a discussão, quero fazer uma comparação com uma outra rede social, também mundialmente famosa, o Facebook.


Recentemente acompanhamos inúmeros escândalos envolvendo eleições presidenciais, vazamento de dados pessoais e informações, diretamente ligados ao banco de dados da empresa.


E se eu te perguntar enquanto empresa, como o Facebook gera capital, talvez fique difícil me convencer, que apenas anúncios, marketplace e outros novos recursos, sejam capaz de justificar o valor de mercado da companhia avaliado em US$ 120 bilhões.


Conforme o Tio Zuck defende, tanto para o FB, WhatsApp ou Instagram, "É gratuito e sempre será".


Fato é, dos últimos tempos tem sido em massa a oferta de soluções de tecnologia ao usuário de forma gratuita. É muito difícil encontrar qualquer empresa de TI na nuvem, que não ofereça que seja, 15 dias para se testar a solução.


Sem questionar a boa vontade de ninguém, entendo que apenas dar o gostinho de quero mais não seja a única estratégia da iniciativa.


O que justifica então tanto conteúdo gratuito?


A minha geração cresceu ouvindo todos os dias, o quanto o petróleo poderia ser o maior ativo de riqueza de um país, e hoje, mal se ouve falar no assunto.


O maior ativo de riqueza, que um país ou empresa possa ter, são os dados.


Portanto, saiba que quando você não paga por um serviço, o produto é você!

Dados, valem mais que petróleo.

Facebook, LinkedIn, Instagram, Google e muitas outras, construíram sua autoridade somente porque você e tantos outros milhões usuários estão por lá, gerando tráfego, compartilhando informações e principalmente fornecendo dados.


A maneira como esta informação é utilizada, caso viole as políticas de privacidade é que se torna um problema, de outra forma é uma relação ganha-ganha totalmente saudável.


No caso do LinkedIn, a moeda de troca são seus dados, em troca, você recebe oportunidades de emprego, networking, fortalecimento de marca e todos aqueles outros conceitos secundários que você imaginava como principal objetivo.


Conseguiu imaginar outras possibilidades desta forma?


O LinkedIn por definição, não é uma rede social, mas sim, uma ferramenta de busca assim como o Google.


Só que neste caso, os resultados que as pesquisas retornam, são você, empresas, vagas, perfis, anúncios, grupos e etc...


É assim que a vida funciona, existe quem precisa de informação e existe quem possa entregar.


Ficou mais interessante agora certo? Partindo do que foi discutido, tenho certeza que você gostaria muito de ser o primeiro resultado quando algum recrutador for pesquisar sobre um possível candidato com suas habilidades.


Apresentada a você a nova realidade, é dever apresentar também os infinitos recursos, que mesmo a licença gratuita te oferecem e você muito provavelmente não conhece.


O nome que se dá para a metodologia de pesquisa avançada na ferramenta é, #PesquisaBooleana, a lógica consiste em conectar palavras-chave a operadores conforme a tabela abaixo.

Isto indica por exemplo, caso você precisa retornar um termo exato, deve usar as aspas e assim por diante.


Tudo isto combinado aos mecanismos de busca simples, te fornecem uma pesquisa muito refinada com resultados bem mais ricos.


Você pode combinar o método booleano, para encontrar pessoas, trabalho, conteúdo, empresas, escolas e grupos.


Ainda que você não conhecesse todas estas possibilidades, analise com calma a quantidade de filtros que existe no buscador.



Imagine agora se seja qual for o objetivo, alguém pesquisar por termos neste momento, que são os mesmos que os seus. Localização geográfica, cargo, habilidades, cursos, experiência e etc...


Você estaria na primeira página apresentada? Na segunda? Na Terceira? Como você está posicionado?


Questione como você está sendo avaliado.


E não se assuste, isto não quer dizer que os primeiros resultados apresentados, sejam os melhores, mas de certa forma apresentam sim, comunicação mais clara e precisa que a sua.


Avalie seu objetivo em utilizar o LinkedIn, quer ser encontrado por um recrutador? Quer estabelecer sua marca pessoal e fechar negócios?


Para quem tiver interesse em ler mais profundamente sobre o assunto, preparei um material com o desenvolvimento de cada uma das 4 etapas para te ajudar aumentar o seu SSI, Perfil Campeão no LinkedIn.

Se você também é uma Mentes Inquieta, vem comigo para conteúdo reflexivo em primeira mão, você pode se inscrever na minha Newsletter ou entrar no Grupo do LinkedIn, tem sempre conteúdo para te ajudar encontrar sua melhor versão por lá



Sobre a autora


Oi, eu sou a Mari, não gosto dessa coisa de falar sobre mim na terceira pessoa e prefiro contar sobre minhas experiências e sonhos a falar sobre meu currículo profissional.


Minha maior ambição é inspirar a produção e consumo de conteúdo criativo no mundo de forma simples e prática, para que as pessoas possam levar a vida com mais humor e tirar velhos planos da gaveta.


Fora do meu horário de trabalho, estou sempre escrevendo algumas coisas aqui. Em 2020 comecei oficialmente a ajudar algumas pessoas a fazerem o mesmo, o objetivo: viver plenamente, escrita é também é terapia!


Tem dúvidas? Quer acompanhar todas as novidades? Ficar por dentro de todas as ideias? Fala comigo, é só me seguir no LinkedIn, Mariana Rosa.

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